29 dezembro, 2011

FUNCHAL

Saídas do aeroporto colocou-se a questão: alugar já um carro ou apanhar transporte para o Funchal e alugar depois o carro lá?
Isto levou-nos logo a perceber a verdadeira essência da ilha .....
No aeroporto pediram-nos 200 e tal euros por 3 dias de aluguer de um classe A. Na cidade (Lido) conseguimos um carro (acabou por nos ser entregue um classe C) por 110 euros, 4 dias (taxas e seguros incluidos) ....

28 julho, 2011

ILHA DA MADEIRA - AEROPORTO

 

A chegada à ilha por ar é assustadora. O aeroporto parece uma pista de sky com a respectiva rampa de aceleração para o salto final. A pista termina suspensa uns bons metros sobre o mar. A sensação que é demasiado curta para a aterragem e que não permite margem para qualquer erro, faz-nos suster a respiração durante a aproximação à pista.

15 julho, 2011

PICO DE ANA FERREIRA

 

 
Pico de Ana Ferreira, Porto Santo

Disjunção prismática do basalto

PORTO SANTO

 A Ilha da areia dourada.
Quais Repúblicas Dominicanas, quais Varaderos e afins.
Aqui tão perto e magnífica para o 'dolce far niente'. Águas quentes e límpidas, areal a perder de vista (vazio) para umas boas caminhadas, madrugadoras ou tardias, bolo do caco, lapas e poncha - os ingredientes suficientes para umas belas férias.
E a língua dominante 'ainda' é a nossa.
Muito recomendável.

    
  
 

24 junho, 2011

A caminho do reino do tio Alberto João ....
;-)

CITÂNIA DE BRITEIROS

 



Castro fortificado, situado no alto do monte de São Romão, no concelho de Guimarães, que apresenta características da cultura celta (remonta à Idade do Ferro e deve ter sido habitada até ao século III) e da posterior ocupação romana.
A entrada é paga e inclui também a visita ao museu. Vale bem a pena a visita.

05 abril, 2011

PORTUGAL NASCEU AQUI


mais precisamente no Campo da Ataca (em S. Torcato, a poucos km de Guimarães), onde em 1128 se deu a Batalha de S. Mamede e se iniciou, com a vitória de D. Afonso Henriques, a independência política do Condado Portucalense. As sugestivas estátuas guerreiras são de Augusto de Vasconcelos.

11 fevereiro, 2011

REGRESSO AO TT

  
Para matar saudades, no fim de semana que passou, participámos no passeio TT Experience organizada pela Rotas&Sistemas. O percurso localizou-se entre o Montijo e Pegões, e esteve inserido numa paisagem rural e florestal, predominantemente ocupada por pinhal e vinha. Como é costume nestas andanças, ainda passámos nas instalações da Adega Cooperativa de Pegões para uma prova de vinhos e por Canha para uma breve visita ao seu museu etnográfico. Depois de um almoço bastante tardio, seguimos para a Nauticampo onde assistimos ao final da tarde a um workshop sobre TT pelo experiente 'mestre' Manecas Pereira da Silva.
Soube muito bem o convívio e a adrenalina dos percursos e obstáculos mais difíceis. Aqui ficam algumas fotos.

18 dezembro, 2010

REGALOS

 

Há sempre vontade de trazer qualquer coisa que nos recorde a viagem, a cultura local e as experiências vividas - um livro, um cd, postais, alimentos típicos e claro os tradicionais ímans de frigorífico costumam ser compras obrigatórias em cada visita. Algo simples que nos acorde a memória daqueles momentos e nos faça sorrir.
Desta vez para os mais pequenos trouxemos umas telas bem coloridas da vida animal da autoria de um pintor moçambicano instalado em Stone Town e que abriu um rasgado sorriso e caloroso atendimento assim que ouviu falar português. Há laços que são inquebráveis.

12 dezembro, 2010

STONE TOWN


 

 

 

 
Merece sem dúvida toda a atenção que lhe pudermos prestar. Infelizmente o nosso tempo era muito curto e ainda por cima foi muito mal gerido pelo guia que nos acompanhou. Simplesmente deixou-nos entregues a nós próprios e sentava-se pelas escadarias das portas a cada paragem. Tinha sido completamente dispensável. Os cuidados a ter são os normais e aconselhados em qualquer parte do mundo. Depois é deixarmo-nos perder pelas ruelas do centro histórico, entrar em cada loja e admirar as fascinantes portas e janelas de madeira e jantar marisco na praça .

10 dezembro, 2010

ZANZIBAR


 

 

 

 

Adoro este nome! tem uma sonoridade única, é forte, faz cócegas no céu da boca :-)
E o mar? as praias? os dhows?
Zanzibar, famosa pela grande produção de especiarias, é um dos segredos do Índico. Por este motivo é muitas vezes designada pela ilha das especiarias. Cravinho, canela, pimenta, cardomomo, baunilha, são exemplos de algumas produções.
A riqueza cultural da ilha vem da mescla entre as culturas africana e árabe. Apesar da grande maioria da população ser muçulmana, não há conflitos religiosos e as outras minorias presentes (chineses, cristãos, etc) convivem pacificamente entreajudando-se. A população é bastante jovem. As ruas estão permanentemente polvilhadas das coloridas fardas escolares que por lá são obrigatórias.
Stone Town (a parte mais antiga de unguja, a capital da ilha) está classificada  como património da humanidade pela UNESCO. A presença portuguesa também está aqui marcada. Vasco da Gama chegou à ilha em 1499 e aí permanecemos durante 2 séculos.
Depois temos as praias, lindas, paradisiacas, de onde não apetece sair.
São inúmeras as possibilidades de actividades que a ilha oferece, desde as desportivas ás mais culturais, activas ou de contemplação e relaxe.

21 novembro, 2010

NA LINHA DO EQUADOR

 
 A cerca de 90 km a norte de Nairobi passa a linha do equador. Aquela linha imaginária que corta o globo em duas 'meias laranjas', o hemisfério norte e o hemisfério sul.
Sabiam que sobre ela somos mais leves? Aqui a força da gravidade é ligeiramente menor (a distância ao centro da terra é maior). O local ideal para viver.
Para comprovar a nossa real posição sobre o equador fomos surpreendidos por uma simples demonstração da força de Coriolis. Segundo esta lei, o movimento dos fluídos no hemisfério norte sofre um desvio para a direita invertendo-se no hemisfério sul (desvio para a esquerda). E um simples fósforo a boiar numa espécie de funil traduz rigorosamente este enunciado.

15 novembro, 2010

SEGURANÇA

 
  Os constantes avisos nos lodges sobre a segurança nos seus espaços exteriores de circulação, especialmente à noite, sempre me pareceram exagerados e uma forma de dar cobertura aos caçadores de 'gorjas'.
Cruzámo-nos com macacos dentro do lodge em Amboseli, dikdiks no Serengueti, e aqui, no passeio pedestre de madrugada perto do lodge, espantei-me pela presença discreta mas atenta de um segurança armado, com uma kalashnikov, que nos acompanhou durante todo o percurso.
Mas apenas numa das últimas noites, no Ngorongoro Sopa Lodge - localizado no topo de uma das vertentes da cratera, quando demos de caras com um enorme bufalo, que pastava descansadamente na relva ao pé da piscina, me convenci da real probabilidade de um encontro surpresa com um verdadeiro animal selvagem.

17 outubro, 2010

MASSAI - OS NOVOS TEMPOS

 
 
 
A antiga, temida e respeitada tribo guerreira vendeu-se despudoradamente ao turismo. Pele branca significa para muitos deles dinheiro fácil, o jackpot de uma slot machine. Umas vezes ganha-se mais outras menos mas 'pinga' sempre alguma coisa. Usam de forma insistente e desavergonhada as crianças para incutir sentimentos de pena e amolecer os corações dos muitos turistas que conseguem caçar. Espremem-nos e chupam-nos até ao tutano, sem dó nem piedade. Enquanto lhes cheirar a lucro não largam a presa, como bons caçadores que são.
Vendem tudo. 'Serviços vários' nas praias, artefactos decorativos, a inocência das crianças e o seu sorriso fácil, ......., o que se quiser. Só não vendem a mãe porque ninguém compra. Mas depois é vê-los com telemóveis à cintura e óculos Ray-Ban, enquanto a escola e as crianças se mantêm em condições miseráveis. Gostava de saber o destino de todo o dinheiro arrancado aos turistas. Digamos que elegeram o pior do mundo 'evoluído' - a ganância e a ostentação. E o pior é que a culpa é nossa, dos turistas do 'novo' mundo que desfilam pela África subdesenvolvida ostentando todo o 'poder' e luxo que o dinheiro pode comprar - motorista/guia, carro privado, estadias e safaris de sonho.
No entanto, assim como  os turistas não são todos iguais (e há quem priviligie os contactos humanos e a verdadeira vivência africana), também acredito que os exemplares com que nos cruzámos não representam a tribo e que existirão comunidades massai que se regem por outros valores mais importantes, que se abrem ao exterior sem se 'venderem' ao turismo de luxo.